Sem reformas estruturais, o Brasil cresce moderadamente em 2026, com juros altos, riscos fiscais e mercado automotivo acompanhando o PIB, distante de um desenvolvimento sustentável.
Coluna analisa desaceleração econômica no segundo semestre, mercado de trabalho ainda aquecido, crédito automotivo perdendo tração e perspectiva de juros menores, porém elevados, em 2026.
CONJUNTURA ECONÔMICA Recentemente, o IBGE divulgou que o PIB do segundo trimestre cresceu 0,4% em relação ao trimestre anterior. Já em comparação ao mesmo período de 2024, o crescimento foi de 2,2%. Vamos observar o que tem por trás desses números. Na comparação com o primeiro trimestre, entre os grandes componentes da oferta, somente a
O PIB de 2025 avança moderadamente, impulsionado pela agropecuária e investimentos em construção, apesar de juros elevados, menor estímulo fiscal e incertezas que exigem atenção redobrada dos concessionários.